Editorial

EDITORIAL SETEMBRO 2017
Em busca das respostas.
Identificando um tema que pudesse ser abordado nesse editorial, pensei naquilo que talvez nunca houvesse sido tratado ou de uma forma inovadora de se falar sobre o cooperativismo.
Ledo engano. Por mais que utilizemos textos ou metáforas para falar de cooperativismo ou da SANCOOP, sempre trataremos do mesmo contexto: o que faz uma cooperativa ser forte!
Uma cooperativa não é uma estrutura comum, somente um CNPJ ou mais uma empresa, são os seus cooperados. Todos esses itens completam a cooperativa, mas o que a diferencia de outras empresas ou cooperativas é como o seu corpo de cooperados se relaciona com ela.
Diante disso a SANCOOP, já há vários anos, tem buscado estreitar o seu relacionamento com os cooperados quer seja através da identificação de ferramentas de comunicação (email, whatsap, circulares, jornais, site), melhorias constantes dos valores negociados com as operadoras de planos de saúde, aumento do leque de prestação de serviços aos cooperados (seguro de vida, seguro de responsabilidade profissional, assessoria jurídica, consultoria previdenciária) ou também, através da capacitação das secretárias, monitoramento das contas do SUS e IPSEMG, inadimplência menor que 1%, glosa devida inferior 0,52% do faturamento.
Vejo uma cooperativa extremamente preocupada com o cooperado e com os processos ali desenvolvidos, que se esmera em prestar um atendimento eficiente, de trabalhar na defesa do interesse de seus associados, de revisar os procedimentos realizados de maneira a identificá-los e faturá-los reduzindo as perdas e aumentando a recuperação das glosas.
Assim ao apresentarmos a SANCOOP, não é raro ouvirmos a afirmação: “Então vocês tem cooperados extremamente satisfeitos.” É isso? Essa afirmação é verdadeira?
Não podemos fazer essa afirmação até porque constantemente recebemos indícios contrários ou seja, cooperados que insistem com credenciamentos diretos não obstante utilizarem da expertise da SANCOOP no trato com as operadoras, do desinteresse na participação nas assembleias, nas reuniões e nos eventos promovidos exclusivamente para o cooperado, da dificuldade de acesso ao seu ponto de vista (resposta das pesquisas), para não falar de outras formas de enfraquecer a cooperativa.
E ai voltamos a um grande questionamento: o cooperado sabe quem é o dono dessa cooperativa? O cooperado já avaliou o impacto gerado caso a SANCOOP não estivesse no processo de faturamento?
Talvez quem mais possa dar essas respostas sejam os cooperados fundadores da SANCOOP, cujos honorários ficaram anos sem reajuste, sem receber os valores faturados pelos hospitais ou, ao menos, a informação do que e quando os receberia .
Cada vez que agimos contrário aos interesses da SANCOOP mais reafirmamos que desejamos retroceder a essa época.
É essa resposta que queremos dar?
“Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito”. (Martin Luther King Jr.).

Dr. Reinaldo Pimenta de Pádua
Médico - CRM 24989
Diretor Presidente da SANCOOP
Cooperado desde 1995

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